Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Timor-Leste - TPA anuncia que Timor-Leste e Austrália acordam texto de tratado refletindo o Acordo de Pacote Abrangente de 30 de agosto

O Tribunal Permanente de Arbitragem (TPA) emitiu um comunicado de imprensa no dia 15 de outubro de 2017, na sequência das reuniões confidenciais de conciliação realizadas na semana passada em Haia, na Holanda.

O comunicado adianta que “Timor-Leste e Austrália acordaram o texto integral de um projeto de tratado”, que abrange questões como a delimitação da fronteira marítima entre os dois países no Mar de Timor, o estatuto jurídico do campo de gás de Greater Sunrise, o Regime Especial para o Greater Sunrise, o desenvolvimento do recurso e a partilha da receita. Este compromisso reflete o Acordo de Pacote Abrangente de 30 de agosto de 2017 (o “Acordo de 30 de Agosto”), anunciado em comunicado de imprensa pelo TPA, no dia 1 de setembro.

Timor-Leste e a Austrália irão agora, segundo o mais recente comunicado, prosseguir “com seus procedimentos internos de aprovação para proceder com a assinatura do Tratado”, detalhando os próximos passos das negociações.

Ao longo da semana passada, as delegações de Timor-Leste e da Austrália realizaram diversas reuniões confidenciais com a Comissão de Conciliação como parte de um diálogo estruturado que está a ser conduzido de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (UNCLOS, sigla inglesa). A Comissão e as delegações dos dois países encontraram-se, também, com a Joint Venture de Greater Sunrise.

Tendo alcançado um acordo sobre a delimitação da fronteira marítima, o principal foco de Timor-Leste e da Austrália será, agora, “o empenhamento com a Joint Venture de Greater Sunrise a o desenvolvimento de Greater Sunrise”.

Para ler o comunicado do TPA, de 15 de outubro (“Timor-Leste e Austrália acordam texto de tratado refletindo o Acordo de Pacote Abrangente de 30 de Agosto”), clique aqui.

Para ler o comunicado do TPA, de 1 de setembro (“Timor-Leste e Austrália alcançam marco significativo no processo de Conciliação das Fronteiras Marítimas”), clique aqui. Governo de Timor-Leste

Cabo Verde - IV Fórum Mundial de Desenvolvimento Económico Local



Cidade da Praia – O IV Fórum Mundial de Desenvolvimento Local (DEL), que terá início hoje, 17 de outubro, na Cidade da Praia, já ultrapassou os dois mil inscritos, meta inicial estabelecida pela comissão nacional organizadora.

Segundo os dados fornecidos na manhã de ontem pela presidente da comissão nacional organizadora do evento, Francisca Santos, os inscritos são de mais de 85 países, sendo que cerca de 75 por cento (%) são nacionais.

Em relação à participação estrangeira, Francisca Santos disse que a maioria dos delegados, cerca 40%, são oriundos dos países da África, seguido de Europa, da América e da Ásia.

Os delegados começaram a chegar desde sábado, 14, e Francisca Santos assegura que, neste momento, toda a logística já está montada para garantir que o evento decorra na normalidade.

O IV Fórum Mundial DEL acontece de 17 a 20 deste mês, no Estádio Nacional, na Cidade da Praia e tem como tema central “Desenvolvimento Económico Local (DEL) como meio para alcançar igualdade e equidade e coesão no quadro da localização dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentado (ODS)”.

O fórum tem por objectivo promover o diálogo, partilhar experiências e estimular parcerias para as acções concretas em matéria de desenvolvimento económico e local.

O evento contará com mais de 190 oradores para cerca de 50 sessões (sessão plenária, diálogos políticos, painel interativo, sessão de aprendizagem) onde vão ser debatidos temas ligados ao desenvolvimento económico local, no quadro dos ODS. In “Infopress” – Cabo Verde

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

UCCLA - Acolhe 1.ª Conferência da Academia do Protocolo - Relações Multiculturais dos Países Afro-Ibero-Americanos

A UCCLA será o palco da 1.ª Conferência da Academia do Protocolo - Relações Multiculturais dos Países Afro-Ibero-Americanos, no dia 18 de outubro, organizado pela Matriz Portuguesa. Trata-se de um programa internacional cultural, diplomático, académico e empresarial composto por mesas redondas e encontros subordinados à temática protocolar e das relações multiculturais e empresariais.

O objetivo da conferência é proporcionar um meio privilegiado para encontros pluriculturais e multiculturais de responsáveis de Protocolo e Relações Internacionais da esfera Afro-Ibero-Americana, favorecendo as relações culturais, empresarias, sociais, académicas e políticas.

Esta conferência tem como destinatários o Corpo Diplomático; responsáveis do Protocolo e Relações Internacionais das entidades oficiais e empresariais nacionais e estrangeiras, sediadas em Portugal; membros da direção das Câmaras de Comércio e Indústria, dos Centros Culturais e das Associações de Amizade dos Países Afro-Ibero-Americanos; empresários; administradores de empresas públicas e privadas; Parceiros da Matriz Portuguesa; estudantes do curso de Relações Internacionais e de Protocolo.

A inscrição para a conferência é de 55€ por pessoa.



Mais informações contatar:

Matriz Portuguesa - MPADC - Associação para o Desenvolvimento da Cultura e do Conhecimento
Avenida da Liberdade, nº 129 B
1250-140 Lisboa
Tel. +351 21 325 40 50 | Telem. +351 91 287 10 44
matriz@matriz-portuguesa.pt | www.matriz-portuguesa.pt

Academia de Protocolo
Avenida da Liberdade, nº 129 B
1250-140 Lisboa
Tel. +351 21 325 40 50 | Telem. +351 91 287 10 44
matriz@matriz-portuguesa.pt  http://www.portugalprotocolo.com/ACADEMIA.php


São Tomé e Príncipe – Chocolate, a aposta para o mercado internacional

São Tomé – O ministro da Agricultura são-tomense anunciou, na passada semana, em São Tomé, a intenção de lançar no mercado internacional, em 2018, uma marca de chocolate produzido em São Tomé e Príncipe.

Segundo o ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Teodorico Campos, que deu a conhecer a boa nova, a produção e comercialização deste produto insere-se no quadro de diversificação de produção cacauzal e da aposta na qualidade.

De acordo com este responsável, adopção de estratégia de qualidade na exportação visa, entre outros, fazer face a pequenez territorial do país, o excesso do produto no mercado mundial e a existência de matéria-prima interna assim como de recursos humanos.

A iniciativa de fabrico de chocolate, ao qual não ignora a existência de parceiros internos com algumas acções já em curso, é mais um valor acrescentado para o arquipélago são-tomense e de afirmação da marca “São Tomé e Príncipe” no mundo exterior.

O governante que falava a propósito do dia Mundial de Alimentação, a ser celebrado hoje, 16 de outubro, ao qual reiterou que no seu país “ninguém morre de fome”.

Campos justifica a sua afirmação com o facto das ilhas, possuírem uma boa capacidade pluviométrica, a terra ser fértil e haver ciclos sazonais de produção.

“E, todos esses factores, sinais de que Deus nos abençoou, devemos aproveita-los e tirar dela, o melhor proveito, mesmo no domínio de chocolate”, acredita, defendendo, a instalação de uma fábrica de chocolate.

“Trata-se sim, de uma das nossas ambições que datam de anos”, recordou, pontuando “capacidade de transformação de matéria-prima”, explicou.

Em comunicação a Nação via televisão pública, TVS, Teodorico Campos, assegurou também, que o Governo do qual faz parte tem em vista o reforço de acções visando auto-suficiência agro-alimentar a fim de maior competência nutricional aos são-tomenses.

Para tal, além de irrigação gota à gota e expressiva, autoridades têm em curso a incrementação de horticultura em estufa em diversas localidades do arquipélago, com maior atenção para a Região Autónoma do Príncipe.

A ilha do Príncipe, porque trata-se de uma parcela de território nacional, onde se regista escassez de hortícolas, devido a maior capacidade pluviosidade da ilha.

Ainda nessa aposta de garantia de assistência agro-alimentar visando auto-suficiência alimentar, autoridades, segundo ainda este governante, aposta na suinicultura está a produzir resultados altamente positivos, mercê da cooperação com a República Popular da China.

Assim, acções de cruzamento de diferentes espécies de suínos, em Nova Olinda vão em breve traduzir-se na colocação no mercado de grande produção de carne de Porco.

Nessa perspectiva de segurança alimentar e nutricional, Teodorico Campos, reiterou que aposta das autoridades visa “o bem-estar de cada cidadão são-tomense”. In “Agência Noticiosa de São Tomé e Príncipe” – São Tomé e Príncipe

domingo, 15 de outubro de 2017

Página virada











Vamos aprender português, cantando


Coisas doces, baby

Tu dizes que tens pena de mim
e que homem como tu jamais eu vou encontrar
tu dizes que eu sou nada sem ti, yeah
e que se eu for mais tarde eu vou implorar pra voltares

Mas deixa eu te dizer, não é bem assim
deixa eu te dizer, não vejo a hora de me livrar de ti
eu quero-te dizer, já me habituei com o fim
quero-te dizer, quero-te dizer que...

Hoje eu decidi que já não vou-me rebaixar
já não vou-me contentar com pouco, com pouco
decidi que agora eu vou procurar
um homem que me saiba amar um pouco, um pouco yeah

Diz-me lá o quê que te confunde?
Será o teu carro, será dinheiro?
Será o rosto lindo que tu tens
que te fazem sentir o melhor homem do mundo?
Mas deixa-me dizer-te que o meu amor não tem preço, não
tu achas que o dinheiro equivale a amor ou que elimina a dor

Mas deixa eu te dizer, não é bem assim
deixa eu te dizer, não vejo a hora de me livrar de ti
eu quero te dizer, já me habituei com o fim
quero-te dizer, quero te dizer que...

Hoje eu decidi que já não vou-me rebaixar
já não vou-me contentar com pouco, mais com pouco
decidi que agora eu vou procurar
um homem que me saiba amar um pouco, mais um pouco yeah

Meu amor não tem preço, não

Já não vou-me rebaixar
já não vou-me contentar com pouco, mais com pouco
decidi que agora eu vou procurar
um homem que me saiba amar um pouco, mais um pouco yeah

Meu amor não tem preço, não


Yola Araújo - Angola


Galiza - Caminho Português para Santiago é 2.º mais percorrido

O Caminho Português, também conhecido por Via Lusitana, é o segundo itinerário mais percorrido pelos peregrinos até Santiago de Compostela (Galiza), só superado pelo Caminho Francês, e o Caminho Português da Costa está em 7.º lugar na lista.

Dados do Departamento de Promoção do Turismo da Galiza, que se referem ao período de 01 de janeiro a 06 de outubro deste ano, indicam que o Caminho Português é o segundo itinerário mais percorrido” no ‘ranking’ dos sete principais Caminhos de Santiago, sendo apenas superado pelo Caminho Francês, o percurso que está em primeiro lugar na lista e que registou “158065 mil peregrinos”, o que representa 59,5% do total dos peregrinos a realizar os Caminhos de Santiago em 2017.

O Caminho Português registou entre 01 de janeiro e 06 de outubro “52902 peregrinos”, um valor que representa 19,9 por cento (%) do total de peregrinos que chegaram a Santiago de Compostela naquele período, disse à Lusa José Meirelles, do Departamento de Promoção do Turismo da Galiza, referindo que em 7.º lugar aparece o Caminho Português da Costa com 6388 peregrinos (4,41%), a realizar aquele itinerário.

O Caminho Português da Costa, que se faz junto à costa atlântica e que une os municípios portugueses do Porto, Matosinhos, Maia, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Esposende, Viana do Castelo, Caminha, Vila Nova de Cerveira e Valença, até chegar a Santiago de Compostela.

Entre 01 de janeiro e 06 de outubro deste ano, a Galiza recebeu um total de “265584 peregrinos”, sendo que mais de metade dos peregrinos estrangeiros (54,95%) e os restantes são peregrinos espanhóis (45,05%).

Dos peregrinos estrangeiros (54,96%) registados entre janeiro e outubro deste ano, os viajantes peregrinos portugueses foram 11332 (4,27%). In “Mundo Português” - Portugal

sábado, 14 de outubro de 2017

Internacional - A aquacultura face às alterações climáticas

Investigadores das Universidades de Oregon e Princeton, nos Estados Unidos, estudaram a possibilidade dos oceanos suportarem a aquacultura, mesmo em situações de alteração climática



Um estudo recente de investigadores dos Estados Unidos concluiu que o alto mar (os oceanos, em geral) pode ser a opção mais viável para a expansão da aquacultura, fundamentando a tese na avaliação de três espécies – o salmão, a cobia (pelágicos solitários que se reúnem para a desova anual) e a dourada –, perante cenários de alterações climáticas, refere o Maritime Executive.

As operações terrestres, em baías e em estuários têm um potencial de expansão limitado devido à falta de disponibilidade de água ou espaço. As operações de aquacultura no oceano aberto, apesar do nome, situam-se geralmente suficientemente próximas para permitirem a comercialização e a redução de custos, ao mesmo tempo que dispõem de água limpa e espaço.

“A aquacultura no oceano aberto é ainda uma indústria recente e não regulamentada que, por isso, não é necessariamente ambientalmente correcta; contudo a aquacultura também é o sector da alimentação com o mais rápido crescimento a nível global”, refere James Watson, um cientista ambiental da Universidade de Oregon e co-autor do estudo.

Neste estudo, os investigadores estudaram o salmão, que cresce mais depressa nas águas polares, a dourada, mais encontrada nas águas temperadas e subtropicais, e a cobia, mais encontrada em águas sub-tropicais e tropicais. Em aquacultura de mar alto, estas espécies sobreviveriam através de técnicas de adaptação – incluindo reprodução seleccionada.

“Descobrimos que as três espécies se afastariam dos trópicos, que muitos dizem irá aquecer mais do que outras regiões”, referiu Dane Klinger, ex-pesquisador da Universidade de Princeton e principal autor do estudo. “A produção de salmão do Atlântico, por exemplo, poderia expandir-se para as latitudes mais altas, e embora possa ter dificuldades, as técnicas de adaptação podem compensar essas dificuldades; além disso, na maioria das áreas onde estas espécies são actualmente cultivadas, vão, provavelmente, aumentar as taxas de crescimento, à medida que as temperaturas aumentam”. No entanto, a aquacultura no oceano aberto não é desprovida de risco, reconhecem os pesquisadores. A recente fuga do salmão do Atlântico cultivado no Puget Sound de Washington alarmou os gestores das pescas, pois as espécies e populações introduzidas podem introduzir doenças nas espécies nativas.

Fonte primária de proteínas em todo o mundo, a aquacultura já representa mais de metade de todo o pescado para consumo humano, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO, no acrónimo em inglês). Além disso, importa perceber que no final do século as temperaturas da água do mar podem vir a aumentar entre 2º e 4 ºC, de acordo com as previsões do Painel Inter-governamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC). Razão pela qual muitos investigadores perguntam quais seriam as consequências para peixes e mariscos com alto valor comercial.

Também em Tavira se estuda esta questão, através das ostras. Os biólogos marinhos querem perceber como é que o aumento dos níveis de temperatura, salinidade e acidez na água podem afectar a fisiologia das ostras. Um projecto de investigação europeu que pretende perceber como é que as alterações climáticas vão influenciar os peixes e mariscos de toda a Europa e como é que a indústria se pode adaptar, segundo refere a Euronews. In “Jornal da Economia do Mar” - Portugal